• Autor Amélia Vieira
  • Ilustrador
  • Coleção Poesia
  • ISBN 9789896231613
  • PVP 13,99 € (IVA incluído)
  • preço livre
  • 1ª Edição julho 2011
  • Edição atual 1.ª
  • Páginas 136
  • Apresentação
  • Dimensões 175 X 175 mm
  • Idade

«Para que servem poetas em tempo de indigência» Talvez evitem o despenhar nas costas, os naufrágios abruptos, talvez desviem as rotas das tormentas - Faroleiros Vigilantes - e, se evitarem um que seja, a sua participação já é válida.» da Introdução de Amélia Vieira.

O sólido e coeso legado poético de Amélia Vieira - com 9 livros publicados - permitiu-lhe conquistar um lugar na galeria de nomes essenciais da poesia contemporânea portuguesa. Em 2004, a Cavalo de Ferro reuniu na antologia poética «Fim» a revisitação de vinte anos do seu trabalho literário.

Todavia, porque o poeta «é ainda aquele que vela, que está atento, que ausculta o coração das coisas em redor e se disponibiliza para interpretá-las», a poetisa pressente no século XXI uma passagem conturbada e em colapso, mas para a qual antevê um futuro redentor. Em «Gabriel» reúne-se, assim, um conjunto de poemas redigidos entre 2009 e 2010, sobre os quais desce o espectro da verdade e da anunciação, mensageiro de um caminho directo, disfémico, e revelador, como se retomasse a função do coro na tragédia grega.

«Essa busca incessante da sabedoria que se esconde no poético é o risco que Amélia Vieira escolheu para fazer uma viagem de onde, ou não mais se volta ao reino onde as palavras são necessárias; ou, se há regresso, ele traz-nos ao areal onde vêm morrer os sonhos que ouviram o cantar da sereia.» Natália Correia.





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Existe todavia um presente es­piritual que identifica as duas por dissolução, e esta mistura é o elemento da atmosfera de um poeta.